"cookieOptions = {close};" Prefeitura de Belo Jardim implanta pulseiras de identificação, como girassol e autismo, na UPA 24 horas e reforça atendimento humanizado a pessoas com deficiências ocultas

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Prefeitura de Belo Jardim implanta pulseiras de identificação, como girassol e autismo, na UPA 24 horas e reforça atendimento humanizado a pessoas com deficiências ocultas

 

Uma nova forma de acolher já começa a ser realidade para quem busca atendimento na Unidade de Pronto Atendimento (UPA 24 horas) de Belo Jardim. Agora, estão sendo disponibilizadas pulseiras específicas, entregues já no momento da triagem, para identificar pessoas com TEA e deficiências ocultas, garantindo um acolhimento mais humanizado e eficiente. A iniciativa é da Prefeitura de Belo Jardim, através da Secretaria Municipal de Saúde, e reforça o cuidado com quem precisa de uma atenção especial durante o atendimento.

A ação faz parte de um protocolo institucional que amplia o olhar sobre pacientes com condições nem sempre visíveis, como autismo, transtornos neurobiológicos, epilepsia, transtornos sensoriais e doenças raras, fibromialgia, deficiência auditiva, surdez, lúpus e etc. Na prática, tudo começa quando o paciente chega à unidade e aguarda a triagem. É nesse momento, na avaliação feita pela equipe de enfermagem, que o quadro clínico é classificado e o paciente recebe a pulseira de cor, que pode ser azul, verde, amarela, laranja ou vermelha, de acordo com a gravidade.

A partir de agora, quem possui TEA ou alguma deficiência oculta também pode receber uma pulseira adicional, como a de girassol ou a do autismo, desde que comprove a condição por meio de laudo médico, carteirinha, cordão de identificação ou outro documento. Essa identificação orienta a equipe a oferecer um atendimento mais adequado, com mais atenção às necessidades sensoriais, comportamentais e de comunicação de cada paciente.

É importante destacar que essa nova pulseira não altera a ordem de gravidade dos atendimentos. Um paciente classificado como verde, por exemplo, não passa na frente de quem está em situação mais grave, como vermelho. A diferença é que ele passa a ter prioridade dentro da própria classificação. “Estamos qualificando nossa equipe e organizando o fluxo para garantir que cada paciente seja atendido com respeito às suas necessidades, promovendo um atendimento mais humano e inclusivo”, destacou a secretária de Saúde, Aline Cordeiro.

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