Um homem de 27 anos foi
preso pela Polícia Militar (PM) ao tentar utilizar cédulas falsas para realizar
compras em Cumaru, no Agreste de Pernambuco. De acordo com a Polícia Federal
(PF), foram apreendidos um total de R$ 3,2 mil em dinheiro falso. As
informações foram divulgadas na noite da quinta-feira (6).
Segundo a Polícia Federal
(PF), os militares receberam informações de que um suspeito havia tentado
comprar produtos em uma farmácia e usou uma cédula de R$ 200 falsa na
terça-feira (4). A PM realizou buscas e conseguiu prender o suspeito.
Ao ser questionado, o homem,
que trabalha como autônomo, apresentou versões que entraram em contradição.
Dentro de um veículo que ele estava utilizando, foram encontradas outras 15
cédulas falsas de R$ 200, totalizando os R$ 3.200. Além das notas, também foi
apreendido um aparelho celular e a quantia de R$ 367 em notas autênticas,
possivelmente adquiridas pelo troco recebido utilizando as notas falsas.
Durante o interrogatório, o
suspeito disse que adquiriu as notas falsas na Feira da Moda de Caruaru, antiga
Feira da Sulanca de Caruaru, no Agreste, com uma pessoa que nunca tinha visto.
Ao g1, a PF informou que o homem adquiriu um total de R$ 4 mil em cédulas de
valores menores e 16 cédulas de R$ 200.
O autônomo foi conduzido
pela PM até a Delegacia da Polícia Federal em Caruaru, onde foi autuado pelo
crime de moeda falsa. Ele passou por audiência de custódia, teve a prisão
preventiva decretada e foi encaminhado ao presídio Juiz Plácido de Souza.
Antecedentes criminais
Segundo a polícia, o homem
já havia sido preso duas vezes. A primeira vez, em 2017, por porte ilegal de
arma de fogo. Em 2018, foi preso novamente, por porte ilegal de arma de fogo e
assalto, onde permaneceu por três anos e sete meses na Penitenciária Juiz
Plácido de Sousa, sendo solto em agosto de 2024, em regime condicional.
Em outubro, ele foi conduzido
até à Delegacia de Porto de Galinhas, no litoral de Pernambuco, sob suspeita de
ter usado três cédulas falsas de R$ 200 onde se hospedou. As condenações nos
dois processos são de 14 anos e 11 meses. G1.


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