Diversas promoções da Black Friday 2025 já estão em andamento em vários sites e lojas físicas do país. O Procon Caruaru, no Agreste de Pernambuco, emitiu orientações para que os consumidores possam se proteger contra possíveis golpes durante o mês de promoções e não comprometam a saúde financeira.
O órgão orienta que o
consumidor pesquise preços com antecedência, compare valores e desconfie de
descontos muito altos durante as promoções da Black Friday. Também é importante
guardar prints e comprovantes das ofertas e ficar atento às políticas de troca
e devolução.
Em caso de compras online, o Procon recomenda priorizar sites confiáveis, verificar se o endereço começa com “https” e evitar links recebidos por mensagens ou redes sociais.
“É uma das datas mais
aguardadas pelo consumidor, mas é preciso cuidado com golpes virtuais e falsas
promoções, conhecidas como maquiagem de preço. A pesquisa antecipada é
essencial para identificar descontos reais e garantir o cumprimento das
ofertas”, destacou Cynthia Nunes, gerente geral do Procon Caruaru.
Consumo consciente
O Procon Caruaru também alerta sobre o consumo consciente, orientando que o consumidor evite compras por impulso e avalie se o gasto cabe no orçamento, para não comprometer a saúde financeira.
O Código de Defesa do
Consumidor garante o direito de arrependimento em até sete dias após o
recebimento de produtos adquiridos pela internet ou fora do estabelecimento
comercial.
Apesar de o pico de compras na Black Friday ser durante o dia, a madrugada é o período mais visado pelos golpistas, segundo análise da Serasa feita a partir de dados coletados em 2024.
Na Black Friday do ano passado, as compras se concentraram entre 10h e 23h, com pico entre 13h e 14h, quando o fluxo ultrapassou 300 mil pedidos por hora.
Na madrugada de quinta para sexta (28 para 29 de novembro de 2024), a Serasa identificou um número menor de compras por hora (65 mil), mas uma taxa de ataques de 2% às 3h da manhã – o dobro do encontrado durante o dia.
Entre os principais golpes, de acordo com a empresa, estão:
Phishing (criação de páginas
falsas de lojas e ofertas);
Anúncios falsos na internet
e redes sociais que levam a sites clonados;
Mensagens fraudulentas de
confirmação de compra ou entrega enviadas por SMS, e-mail ou WhatsApp;
Troca de QR Code ou chave
Pix no checkout, desviando o pagamento para contas de terceiros;
Criação de perfis falsos em
marketplaces para coletar informações de clientes. G1.


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