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Na semana nacional da pessoa com deficiência, Prefeitura de Belo Jardim conscientiza sobre o combate ao preconceito e práticas inclusivas para as crianças

“É tempo de transformar conhecimento em ação”  foi o tema de abertura da semana nacional da pessoa com deficiência, nesta terça-feira (24/08). Na quadra da Escola Municipal Doutor Sebastião Cabral houve a oportunidade para conscientizar a sociedade sobre a importância de práticas inclusivas, combate ao preconceito e a necessidade de políticas públicas específicas.

O prefeito Gilvandro Estrela mencionou que a gestão tem a missão de oportunizar a inclusão dos portadores de necessidades especiais no convívio com a sociedade. “O que nós temos que fazer é abraçar essas crianças, interagir com elas e incluí-las no meio escolar, para que elas sejam recebidas como uma pessoa qualquer, e não diferenciá-las no sentido de discriminá-las”, relatou Estrela.

Na oportunidade, Estrela frisou novamente sobre a reabertura do Centro de Atendimento Educacional Especializado (CAEE), que acontecerá na próxima sexta-feira (27).

A secretária de Educação e Tecnologia, Carmen Peixoto, disse que no levantamento que foi feito pela secretaria, cerca de 500 crianças precisam deste apoio, e devem ser incluídas nas escolas municipais, pois elas têm capacidade habilidades a serem desenvolvidas no universo escolar.

“Não é uma tarefa fácil, mas é possível. Mesmo com a resistência e a discriminação, se cada um de nós fizer as transformações dentro das escolas, olhar para essas crianças com o olhar que de fato deve ser feito, de coisas pequenas, conseguimos grandes resultados e mudar a realidade”, disse a secretária.

A coordenadora da educação inclusiva, Sandra Regina, entre tantos motivos relevantes para defender a causa, pontuou que sofreu preconceitos e dificuldades para identificar a dislexia, o que dificultou o diagnóstico quando criança. “Defendo a causa fielmente. Desde muito nova, eu tinha dificuldades de aprendizado. Minha mãe achava que era frescura de criança, mas não era. Era dislexia. Depois de muitas barreiras, luto por um direito não apenas meu , mas também de cada uma dessas crianças”, declarou a coordenadora.

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