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Autarquia Educacional de Belo Jardim se depara com dívida de mais R$ 4 milhões

Desde o início da gestão, a Autarquia Educacional de Belo Jardim (AEB) tem relatado dificuldades na realização de algumas atividades e serviços. Isso devido a um débito encontrado pela atual gestão com um valor que ultrapassa R$ 4 milhões. O prejuízo foi causado pelo não cumprimento de encargos sociais, como INSS, FGTS e Belo Jardim Prev, além de débitos com Celpe, Compesa, telefone, prestadores de serviços, fornecedores e empresas, como a firma Qualinfo, que mantém os programas acadêmicos na rede e também a Biblioteca Virtual que é um serviço obrigatório.

Tal débito é questionável, tendo em vista que, em 2020, mesmo diante da pandemia, foram arrecadados das mensalidades o valor de R$4,3 milhões, e nem o salário dos docentes foram pagos. Em 2021, a autarquia iniciou o ano com um débito salarial de três folhas. O caso só foi resolvido depois que o sindicato ajuizou a questão e o juiz bloqueou R$ 780 mil no mês de dezembro e R$ 640 mil em janeiro.  Só de encargos sociais, o valor da dívida chega a R$3,5 milhões.

A presidente da Autarquia, Mercês Costa, apresentou à Gestão Municipal um plano de parcelamento dos débitos, resultando em uma entrada no valor de R$650 mil e a divisão do restante. Tal situação atrasou todos os processos e procedimentos acadêmicos, como emissão de documentação dos discentes. Com a situação, houve a impossibilidade de realizar qualquer serviço devido às questões financeiras, pois os processos estão parados no Conselho Estadual de Educação de Pernambuco - CEE/PE.

Já foram realizadas três reuniões com graduados que estão impedidos de colar grau e, após o pagamento da negociação da dívida encontrada, o Conselho poderá dar soluções aos casos. Nesta quarta-feira (24) aconteceu mais uma reunião, especificamente com a turma de psicologia, concluinte do curso em 2020.2.

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