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Celpe corta energia de ruas, avenidas e praças em Belo Jardim por falta de pagamento do prefeito Hélio

Praça dos Eucaliptos; Avenida de acesso ao IFPE; Praça do Cassiano, onde fica localizada a Câmara de Vereadores; Praça de Eventos e Prefeitura de Belo Jardim são alguns dos pontos importantes do município que vivem um verdadeiro apagão causado pela inadimplência da gestão de Francisco Hélio com a Celpe.

Há relatos de servidores que a Secretaria de Obras e o setor de Tributos do município também sofreram com o corte de energia. Uma dívida que, segundo o Portal Tome Conta, ultrapassa R$ 2 milhões. A interrupção causou revolta na população por estar sendo penalizada pela situação. Várias pessoas comentaram sobre a situação nas redes sociais, a reportagem noticiou em primeira mão sobre a dívida milionária, recebeu mensagens de repúdio à escuridão em que o município vive.

Como o pré-candidato a vereador, que enviou imagens de vários pontos da cidade completamente às escuras. “Isso é um absurdo. Belo Jardim está na escuridão. Segue o líder, mas o líder tem que andar com uma lanterna na mão”, disse outro pré-candidato a vereador.

Já Rosenide Francisca foi categórica e disse “Na Avenida Julia Rodrigues Torres nem se fala, é imoral. Uma cidade com tanta Autoridade, ninguém tomar nenhuma providência”, disse a cidadã. Em nota, a Companhia Energética de Pernambuco, afirmou que “a Prefeitura de Belo Jardim possui dívidas relativas à iluminação pública do município, além de débitos de fornecimento de energia para prédios públicos”.

De acordo com a Celpe, a prefeitura não honra o acordo firmado entre as partes desde janeiro deste ano. “A concessionária mantém aberto o canal de negociação dos débitos, porém não tem obtido sucesso com a administração municipal”, garantiu a Celpe em nota.

Enquanto a população e a Celpe se pronunciam, Hélio anda escondido em sua serra, se calando e não apresenta as soluções para o município. A reportagem solicitou nota da prefeitura de Belo Jardim e até a finalização da matéria, não obteve resposta. A solicitação também foi feita a Wilsinho Maciel, que era o Secretário de Gestão, antes de ser apresentado como pré-candidato a prefeito e que deveria ter cobrado o cumprimento das obrigações financeiras de Hélio.

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