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João Mendonça: Nota à imprensa belo-jardinense



NOTA À IMPRENSA BELO-JARDINENSE
Recebemos com surpresa as informações trazidas a público através dos meios de comunicação ligados ao ex-deputado Mendonça Filho e ao seu pré-candidato Gilvandro Estrela, sobre investigação do Ministério Público envolvendo a doação de um terreno durante nossa terceira administração.

A surpresa se deve pelo fato de que o projeto de doação do referido terreno foi encaminhado à Câmara de Vereadores (a quem caberia autorizar ou rejeitar a doação) em 2015, tendo sido aprovado pela Câmara em 03 de junho daquele ano, após passar pela análise das comissões da casa legislativa e receber pareceres favoráveis por sua legalidade e por apresentar toda a documentação necessária.

Coube à Câmara de Vereadores analisar toda a documentação apresentada. A venda ilegal do terreno teria se dado após a doação autorizada pela câmara de vereadores, que tinha como Presidente o vereador GILVANDRO ESTRELA, que assina a ata da aprovação (imagem anexa), tendo sido transferido para o nome de um assessor parlamentar do Vereador WILSINHO (é preciso lembrar que à época da aprovação, a então vereadora PATRÍCIA MACIEL votou favoravelmente à doação), sendo este assessor cunhado do braço direito de WILSINHO, o atual secretário de educação Adriano Cândido.

Respeitando a atuação do Ministério Público, entendemos causar estranhamento que os vereadores que aprovaram a doação (após atestarem que estava dentro da legalidade) não sejam chamados a dar explicações, mas tão somente o então prefeito seja citado.

Também causa estranheza que a denúncia do Ministério Público deixe de fora de uma investigação a possível participação da ex-vereadora PATRÍCIA MACIEL e seu marido WILSINHO MACIEL que, como descreve a denúncia inicial encaminhada ao MP, teriam se beneficiado diretamente com um esquema envolvendo o atual secretário de educação e parentes, além de outros, não levantando qualquer suspeita de benefício próprio ao ex-gestor.

Desde já, garantimos a defesa plena junto ao Poder Judiciário onde solicitaremos que sejam chamados todos a prestar esclarecimentos, além requerermos as quebras dos sigilos bancários de todos os envolvidos, de onde poderá ser averiguada a movimentação de valores à época da compra e venda do imóvel. Também serão chamados os vereadores que aprovaram a doação, para que esclareçam se participaram de uma fraude quanto da doação do imóvel.

Durante o período em que João Mendonça esteve à frente do executivo, foram realizadas mais de mil doações de casas e terrenos à pessoas que se enquadravam nas formalidades legais, além de empresas e entidades sem fins lucrativos, todos devidamente aprovados pela Câmara, a quem cabe a palavra final. Da parte da gestão, os procedimentos necessários foram feitos e apenas essa doação é alvo de investigação, sendo que a maior parte das negociações do imóvel teriam acontecido após João Mendonça deixar a prefeitura, cabendo a fiscalização das ações à atual gestão e à Câmara, que era presidida por GILVANDRO ESTRELA.

A verdade prevalecerá. E quem não deve, não teme.
ASSESSORIA JURÍDICA DE JOÃO MENDONÇA

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