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Sarampo em Pernambuco: número de casos confirmados sobe de 151 para 159 em seis dias



O número de casos de sarampo confirmados em Pernambuco subiu para 159, segundo dados divulgados nesta terça-feira (03/12) pela Secretaria Estadual de Saúde (SES). No boletim anterior, enviado pelo governo no dia 27 de novembro, eram 151 confirmações. Assim, o estado confirmou oito novos registros da doença em seis dias.

Ainda de acordo com o novo boletim, até o dia 23 de novembro tinham sido notificados 1.119 casos. Ao todo, 499 deles foram descartados.

Os outros ainda estão sob investigação ou tiveram resultado de exame laboratorial inconclusivo, de acordo com o governo. No boletim anterior, foram computados os registros até o dia 16 de novembro.

Os dados mais recentes apontam que 12 municípios confirmaram casos de sarampo, a maioria deles no Agreste.

Uma morte foi confirmada até agora pelo estado, a de um bebê de 7 meses, em Taquaritinga do Norte, na mesma região. O novo boletim informa que não houve aumento do número de cidades com confirmações, segundo a SES.

Veja as cidades e o número de casos confirmados
Taquaritinga do Norte (35)
Caruaru (18)
Toritama (16)
Gravatá (3)
Recife (9)
Paulista (1)

Ações
O governo informou que as ações de vigilância epidemiológica, incluindo investigação dos casos e vacinação de bloqueio, além da assistência ao paciente, são iniciadas logo após a notificação do caso. Isso acontece, segundo a SES, independentemente do resultado laboratorial.

A medida busca evitar o agravamento do caso e a propagação da doença. As medidas são realizadas pelos municípios com o apoio das Geres e do Estado. A Secretaria informa, ainda, que tem recebido normalmente a vacina tríplice viral do Ministério da Saúde e feito a distribuição aos municípios.


Vacina
Dados do governo apontam que, entre janeiro e 2 de dezembro, foram aplicadas 709.107 doses da vacina tríplice viral em Pernambuco.
Isso significa 35% a mais do que o mesmo período de 2018, com 524.202 doses. Além do sarampo, o imunizante protege conta a rubéola e caxumba.
De acordo com as autoridades de saúde, a imunização deve ser feita da seguinte forma: ao completar 1 ano, a criança deve tomar a primeira dose e, três meses depois, a segunda . Ou seja, as crianças a partir dos seis meses de idade precisam tomar três doses do imunizante.

A partir dos 2 anos, caso o menino ou menina ainda não tenha começado o esquema vacinal, duas doses devem ser aplicadas com um intervalo de um mês entre elas.

As pessoas que têm entre 12 meses e 29 anos de idade devem tomar duas doses de tríplice viral com intervalo mínimo de 30 dias entre elas.

O público de 30 anos a 49 anos, que ainda não foi imunizado, deve tomar uma dose da vacina. Os profissionais de saúde precisam de duas doses, com intervalo mínimo de 30 dias entre elas, independentemente da idade.
Fonte: G1

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