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Papa pede que católicos e evangélicos “derrubem as barreiras” de 500 anos


Esta semana, o papa Francisco foi à Genebra, Suíça, participar de uma reunião ecumênica na sede do Conselho Mundial de Igrejas (CMI). O encontro visava celebrar os 70 anos desta instituição, criada depois da II Guerra Mundial. 

O CMI é a maior organização mundial do movimento ecumênico, reunindo 345 grupos em 110 países. Reúne segmentos de reformados, luteranos, anglicanos metodistas, batistas, ortodoxos e outras igrejas. Ele representa mais de 500 milhões de fiéis em todo o mundo. Com 1,3 bilhão fiéis, a Igreja Católica Romana não é membro pleno do CMI, mas seu representante atua como “observador”. 

Durante a reunião de oração, Francisco exortou os cristãos na quinta-feira (21) a “derrubar as barreiras da suspeita e do medo” que os dividiram durante o movimento da Reforma Protestante do século 16 e a trabalharem juntos para ajudar os mais necessitados. 

“Depois de séculos de conflito… a caridade permite que nos unamos como irmãos e irmãs”, disse ele em Genebra, cidade onde o reformador João Calvino viveu. O pontífice exortou os cristãos de todas as denominações a encontrar “a coragem de mudar o curso da história, uma história que nos levou à desconfiança e ao estranhamento mútuo”. 

O papa pediu mais trabalho em equipe entre as denominações cristãs para divulgar os valores do evangelho e cooperar mais em questões como combater a pobreza e a injustiça e defender o meio ambiente. 

“A credibilidade do evangelho é posta à prova pela maneira como os cristãos respondem ao clamor de todos os que, em todas as partes do mundo, sofrem injustamente da propagação sinistra de uma exclusão que, ao gerar pobreza, fomenta conflitos”, disse. 

Encerrou dizendo: “Depois de tantos anos de empenho ecumênico, peçamos ao Espírito que revigore o nosso passo. (…) Que as distâncias não sejam desculpas! É possível, já agora, caminhar segundo o Espírito. Rezar, evangelizar, servir juntos: isto é possível. Caminhar juntos, rezar juntos, trabalhar juntos: eis a nossa estrada-mestra […] que tem uma meta concreta: a unidade”. Com informações de Vatican News e Reuters