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Número de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave diminui 34% em Pernambuco

Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) tiveram uma diminuição de 34%, nos primeiros meses de 2018, quando comparados com os do ano passado. Segundo a Secretaria Estadual de Saúde (SES), até o dia 17 de março, foram 174 registros da doença. Em 2017, houve 264 ocorrências.     

No boletim divulgado nesta terça-feira (3), foi identificada a circulação de três vírus da influenza em Pernambuco, dos tipos A (H1N1), A (H3N2) e B.    

Dos casos de síndrome grave registrados pela SES, foi constatado um caso positivo para influenza A (H1N1). Em 2017, não houve confirmação para este tipo de vírus, mas foram registrados 31 casos de influenza A (H3N2), cinco de influenza B e 2 de Vírus Sincicial Respiratório.    

Com relação à síndrome gripal mais leve, foi confirmado um caso de influenza B, 1 de influenza A(H1N1) e 1 de influenza A(H3N2).    

O Brasil notifica obrigatoriamente os casos de Srag, que é quando há necessidade de internação de pacientes com febre, tosse ou dor de garganta associado à dispneia ou desconforto respiratório. De acordo com a SES, Pernambuco faz o acompanhamento da síndrome gripal, que engloba os casos leves, em quatro unidades sentinelas, três localizadas no Recife e uma em Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana.    

Vacinação 
Entre os dias 23 de abril e 1º de junho, é realizada a Campanha Nacional de Vacinação Contra a Influenza, que protege contra os três vírus em circulação em Pernambuco, a influenza A (H1N1), influenza A (H3N2) e influenza B.    

A vacinação contra a influenza é feita em uma dose. A exceção se aplica aos menores de 9 anos, que devem tomar a segunda 30 dias após a primeira. A campanha segue até o dia 26 deste mês. A vacina é contraindicada para pessoas com história de reação anafilática em doses anteriores, como também a qualquer componente da vacina ou alergia a ovo de galinha e seus derivados.    

Podem se vacinar contra a influenza: idosos, crianças de 6 meses a menores de 5 anos, gestantes, criança com 45 dias de nascimento, indígenas, portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas, população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional e professores dos ensinos básico e superior de escolas públicas e privadas, além de profissionais de saúde.    

Influenza 
É uma infecção viral aguda que afeta o sistema respiratório. A transmissão ocorre por meio de secreções das vias respiratórias da pessoa contaminada ao falar, tossir, espirrar ou pelas mãos, que após contato com superfícies recém-condicionadas por secreções respiratórias pode levar o agente infeccioso direto a boca, olhos e nariz.    

Veja medidas para evitar a doença 
Lavar as mãos com água e sabão frequentemente (principalmente antes de consumir algum alimento, tocar os olhos, nariz ou boca e após tossir, espirrar e/ou usar o banheiro).    

Ao tossir ou espirrar, cobrir o nariz e a boca com um lenço descartável e após o uso descartá-los em lixeiras.   

Na ausência do lenço, usar o ombro ou antebraço interno como barreira ao tossir ou espirrar.    

Não compartilhar alimentos, copos, garrafas, toalhas e objetos de uso pessoal.     

Manter os ambientes ventilados, com portas e janelas abertas, para favorecer a circulação de ar.    

Pessoas com gripe/resfriado devem evitar ambientes fechados e aglomerados, assim como contato direto com outras pessoas (abraço, beijo, apertos de mão etc.).     

Evitar sair de casa durante o período de transmissão da doença. Em adultos, este período dura, em média, até cinco dias após o início dos sintomas, e em crianças pode durar, em média, 10 dias.    

Não usar medicamentos sem orientação médica. A automedicação pode ser prejudicial à saúde.    

Adotar hábitos saudáveis, como alimentação balanceada e ingestão de líquidos. Fonte: G1