CRIMES

[Crimes][grids]

NOTÍCIAS

[Notícias][stack]

POLÍTICA

[Política][grids]

ESPORTE

[Sportes][stack]

Se Liga Fest

[SE LIGA FEST][grids]

RELIGIÃO

[Religião][grids]

CIDADES

[Cidades][stack]

CULTURA

[Cultura][grids]

TV BOA ESPERANÇA

CLIP GOSPEL

Solenidade no Recife marca festejos de 200 anos da Revolução Pernambucana


Cerimônia aconteceu, nesta terça-feira (6), no Palácio do Campo das Princesas, sede do governo do estado.


Uma solenidade realizada no Recife, nesta terça-feira (6), marcou os festejos dos 200 anos da Revolução Pernambucana de 1817. Sob muita chuva, o evento ocorreu no Palácio do Campo das Princesas, sede do governo, no início do feriado da Data Magna, comemorado pela primeira vez no estado.

A cerimônia começou com o hasteamento das bandeiras do Brasil e de Pernambuco. Houve desfile cívico militar, com a participação de policiais, bombeiros e estudantes.

O governador Paulo Câmara visitou o monumento em homenagem aos heróis da revolução. Ele colocou flores junto da escultura do artista Abelardo da Hora.

Em seguida, houve entrega de medalhas para as instituições que participaram e colaboraram com a organização do bicentenário da Revolução Pernambucana: Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), Prefeituras do recife e Olinda, Fundação Joaquim Nabuco e Arquidiocese de Olinda Recife.


Durante a solenidade, o governador Paulo Câmara (PSDB) destacou o objetivo da celebração. Para ele, o bicentenárioé importante para não deixar apagada a memória, em respeito aos que lutaram. O gestor destacou que os valores ideais de 1817 continuam válidos.

História
O feriado desta terça foi instituído no ano passado, quando a Revolução Pernambucana completou 200 anos. A Data Magna marca o movimento que ficou conhecido como 'Revolução dos Padres'.

Em março de 18157, eclodiu o movimento emancipascionista inspirado em ideias iluministas propagadas por sociedades da Maçonaria.

Revoltados com os altos custos da manutenção da corte portuguesa no Brasil, após a chegada em 1808, os pernambucanos decidiram se separar do poder central e decklarar a independência.

Na reação, a coroa portuguesa mobilizou tropas contra os rebeldes. Os embates duraram 75 dias e os líderes foram presos e condenados à morte. Fonte: G1