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Quarto de criança de 3 anos tinha R$ 10 milhões em maconha

Foi no quarto de uma criança de três anos que policiais civis da Delegacia de Carpina, na Mata Norte, apreenderam uma carga de maconha avaliada em R$ 10 milhões. Os tabletes somaram 1.275 kg. Segundo os investigadores, foi a maior apreensão de maconha já feita pela Polícia Civil de Pernambuco em 200 anos de existência. O valor milionário poderia ser arrecadado com a venda da droga no varejo. 

O entorpecente estava na casa de Francisco de Assis Cruz da Silva, 29 anos. Ele foi autuado em flagrante por tráfico de drogas, associação para o tráfico e posse de arma. Também em sua casa, a polícia encontrou uma pistola calibre .40 e R$ 500 em dinheiro. Os detalhes da apreensão, que foi feita na terça-feira, foram apresentados na quinta-feira (22) na chefia da Polícia Civil. 

Segundo a delegada Bárbara Fort, o suspeito começou a ser investigado porque seu modo de vida chamou a atenção dos policiais. “Observamos que ele possuía bens que não eram compatíveis com a renda da família. A esposa dele é dona de um salão de beleza no município e não sabemos qual é a profissão dele. O que descobrimos é que o suspeito estava foragido do Sistema Penitenciário há quatro anos. No momento em que o abordamos na rua ele estava com um carro de placa clonada”, contou a delegada. Ainda segundo a policial, Francisco afirmou que teria uma pequena quantidade de maconha em casa. “Fomos com a esposa dele até o imóvel e descobrimos 1.275 kg prensados no quarto da filha do casal”, completou Bárbara. 

Para retirar todo o entorpecente do imóvel, os policiais precisaram utilizar um caminhão. O material apreendido foi todo encaminhado para a Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), no Recife. 

“A esposa do suspeito disse não saber da existência da droga em sua casa. A mulher confessou achar estranho o quarto da filha ter sido fechado pelo companheiro e a menina ter passado a dormir no quarto deles, mas alegou não ter conhecimento da droga. Já o suspeito não revelou de quem recebeu o entorpecente nem disse para onde o produto seria encaminhado”, acrescentou Bárbara. 

A polícia suspeita que a maconha tenha vindo do Paraguai e que seria distribuída nas cidades da Mata Norte de Pernambuco. Aos investigadores, o suspeito disse que guardava a droga para alguém buscar, sem informar a identidade da pessoa. Francisco foi autuado e voltou para o presídio. A Polícia Civil vai solicitar ao Judiciário autorização para incinerar a droga.  
Fonte: Diário de Pernambuco