CRIMES

[Crimes][grids]

NOTÍCIAS

[Notícias][stack]

POLÍTICA

[Política][grids]

ESPORTE

[Sportes][stack]

Se Liga Fest

[SE LIGA FEST][grids]

RELIGIÃO

[Religião][grids]

CIDADES

[Cidades][stack]

CULTURA

[Cultura][grids]

TV BOA ESPERANÇA

CLIP GOSPEL

Temer é opção para ser candidato a presidente, diz Jucá

O presidente tem apenas 6% de aprovação, segundo pesquisa Datafolha do fim de janeiro 

Presidente nacional do MDB, o senador Romero Jucá (RR) disse nesta quarta-feira (21) que o presidente Michel Temer pode, sim, ser o candidato do partido à Presidência da República em 2018. "O presidente Michel Temer é uma opção do MDB para ser candidato à Presidência da República se ele assim entender", afirmou Jucá. 

O senador disse que seu partido defende candidatura própria e que a decisão é de Temer. "O presidente vai decidir no momento apropriado", disse Jucá. "O presidente sempre é um nome. Temos muitos nomes. Estamos discutindo qual o nome mais viável, mais factível", afirmou após reunião da executiva nacional do MDB. 

Aliados de Temer têm defendido que, apesar da baixíssima popularidade -tem apenas 6% de bom ou ótimo, segundo pesquisa Datafolha do fim de janeiro-, ele dispute neste ano. A onda de apoios cresceu desde que Temer decidiu intervir na segurança pública do Rio de Janeiro. 

Nesta quarta, Elsinho Mouco, marqueteiro do Palácio do Planalto, divulgou nota em que defende a candidatura. "Não é de hoje que digo a todos com quem converso que um dia eu ainda o veria assumindo um papel maior do que seus adversários gostariam que tivesse", disse Mouco. 

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva acusou Temer de usar a intervenção no Rio para se cacifar. "Está pensando com isso em se cacifar pra ser presidente", afirmou Lula. Temer, então, rebateu o petista em nota. Afirmou que não seguirá em busca de "aplauso fácil", que a agenda eleitoral "não é e nem será causa" das ações governamentais e que a iniciativa no Rio de Janeiro não tem "significação eleitoral". 

Na contramão 
Na contramão de Jucá e de Mouco, outros aliados de Temer procuraram minimizar a disposição do presidente de tentar se reeleger. "O presidente continua com a mesma posição de não querer disputar as próximas eleições. O fato de ter gente se preocupando [com a possibilidade] também não é de todo mal. Quando os adversários se preocupam, é porque a gente está no caminho certo", disse o ministro Carlos Marun (Secretaria de Governo). 

Questionado se o presidente está pensando em reeleição, Moreira Franco, ministro da Secretaria-Geral, limitou-se a dizer que "claro que não". "Várias vezes eu já falei isso", afirmou. Para o ministro Leonardo Picciani (Esporte), o MDB "enxerga como possibilidade" o nome de Temer para disputar a eleição, mas ressaltou que o presidente "não manifestou ao partido, até aqui, nenhuma intenção de ser [candidato]". 

Picciani disse que a baixa popularidade de Temer ainda é reflexo das dificuldades pelas quais o país passou durante a administração do PT e que as medidas do emedebista na segurança pública seriam reconhecidas pela população. "O presidente terá reconhecimento pela coragem. Seus antecessores sempre empurraram [a questão da segurança pública] para os Estados", afirmou Picciani.  Fonte: Folha PE