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Fortaleza tem 216 hidrantes para ações contra incêndios



O Corpo de Bombeiros informou que em ocorrências menores não se faz necessária a utilização de hidrantes

Foi o sistema de hidrantes urbanos que garantiu o fornecimento de água para apagar os focos de incêndio no Centro de Triagem de Cartas e Encomendas (CTCE) dos Correios, no bairro Cidade dos Funcionários, na última terça-feira (13). Os dispositivos são de uso exclusivo do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará (CBMCE) para abastecimento de viaturas em operações de extinção de fogo. No entanto, para que funcionem corretamente, os hidrantes precisam passar por manutenção.

Segundo a Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece), responsável pela instalação ou remoção dos equipamentos, existem, hoje, 216 hidrantes em operação em Fortaleza, a maioria deles concentrada no bairro Centro. Eles são instalados em pontos estratégicos da rede de distribuição hídrica, onde devem estar habilitados para fornecer água em quantidade e pressão suficientes.

Somente na Praça do Ferreira, são quatro equipamentos do tipo "coluna urbano", um em cada esquina. Comumente pintados de vermelho, estão enferrujados ou com tintura descascando. Um deles virou até mesmo objeto de intervenção artística, com grafites registrados no cilindro. Comerciantes que trabalham próximo à Praça relataram que, há alguns anos, vistorias dos bombeiros aos hidrantes eram comuns; porém, atualmente, não são vistos com frequência. Além desse ponto, outros aparelhos também podem ser vistos no Passeio Público, na calçada do Centro de Turismo do Ceará, na Rua Pedro Pereira, na Praça Murilo Borges (Justiça Federal) e da Praça da Câmara dos Dirigentes Lojistas de Fortaleza (CDL). Outro local da Capital a possuir um hidrante é a Praça da Imprensa Chanceler Edson Queiroz, no bairro Dionísio Torres

Utilidade

Segundo o CBMCE, não há como mensurar a área que um hidrante urbano é capaz de cobrir já que a função dele é de abastecimento e não de combate direto ao incêndio, trabalho este realizado pelas viaturas do tipo Auto Bomba Tanque (ABT), que possuem uma bomba acoplada ao tanque e conseguem lançar água na pressão adequada para apagar um incêndio.

Os equipamentos utilizados para controle do incêndio à unidade dos correios - um entre as avenidas Oliveira Paiva e Washington Soares e outro no Cambeba - segundo informou o Corpo de Bombeiros, foram necessários para complementar a reserva das ABTs, que, por si só, garantem à operação uma autonomia de 20 a 30 minutos. O sinistro de grandes proporções atingiu 90% do Centro de Triagem dos Correios, destruindo praticamente 100% da carga que se encontrava no local.

O CBMCE esclarece, no entanto, que não se faz necessária a utilização de hidrantes em todas as ocorrências, pois os focos menores - a grande maioria - são extintos com menos da capacidade que um ABT carrega, cerca de 5 mil litros de água.


A Cagece informou, por meio de nota, que trabalha para garantir o abastecimento e a pressão da rede como um todo, o que inclui os hidrantes, mas que a manutenção desses equipamentos é realizada quando a demanda é feita pelo Corpo de Bombeiros Militar. A Companhia informou, ainda, que qualquer pessoa física ou jurídica pode solicitar a instalação dos hidrantes, mas a área passa por análise de viabilidade técnica para a possível instalação. Fonte: Diario do Nordeste