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“Pode vir quente que a gente tá fervendo”, diz Lindbergh

Folha de São Paulo 
Um apelo por "luta nas ruas" e a "radicalidade democrática" deram o tom do "esquenta" para o discurso de Lula na Esquina Democrática, praça em Porto Alegre que tem ato a favor do ex-presidente hoje, véspera de seu julgamento no TRF-4.    

Líderes da esquerda se alternaram em falas que pediam maior engajamento no movimento que tem como slogan "Eleição sem Lula é fraude".    

O líder do PT no Senado, Lindbergh Farias, voltou à carga contra a ideia de uma militância passiva. "Se acham que vão encontrar uma esquerda frouxa, acomodada, tenho um recado para vocês: pode vir quente que a gente tá fervendo."    

Na mesma toada seguiu a presidente do partido, senadora Gleisi Hoffmann: "Ou a gente acelera o passo, firma a luta para defender a democracia, ou eles vão passar como trator por cima de nós".   

"Dizem que somos violentos, mas não falam nada quando Bolsonaro vai às redes sociais e diz que tem que armar a população, que bandido bom é bandido morto", afirmou Gleisi sobre o pré-candidato à Presidência Jair Bolsonaro.    

"Não venham pra cima trucando porque vamos aceitar o truco", continuou a senadora, que evocou a necessidade de "radicalidade democrática" e responsabilizou a direita por eventuais episódios de violência que se desenrolem caso Lula seja condenado pela corte gaúcha.     

"Esse país está sendo estraçalhado por políticas conservadoras", disse a sucessora de Lula, Dilma Rousseff, para quem "o Brasil já precisou de uma mulher e precisará, mas agora precisa de um homem".    

Dirigentes de vários partidos do campo progressista foram ao palco falar em defesa ao ex-presidente, como o senador Capiberibe (PSB) e o nome do PC do B para a eleição presidencial, Manuela D'Ávila.     

Lula chegou escoltado por uma viatura policial, por motivos de segurança, o que motivou piada de militantes que testemunharam seu desembarque: "Ih, já colocaram o homem no camburão"