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Pernambuco tem primeira paciente investigada por febre amarela

Uma pernambucana de 37 anos está sendo investigada por febre amarela. A mulher chegou no estado no último dia 7, vindo de Mairiporã, em São Paulo, com febre. Foi atendida em um hospital particular e já recebeu alta médica. Ainda assim, de acordo com a Secretaria Estadual de Saúde, o caso está sendo analisado. Pernambuco não é considerado um estado de risco para transmissão ou circulação do vírus. Desde a década de 1930, não há registros em humanos ou animais. 
 
Segundo George Dimech, diretor geral de Vigilância e Controle de Doenças Transmissíveis, a paciente só está sendo monitorada por conta do cenário nacional. São Paulo já registrou 223 casos e 11 óbitos confirmados devido à doença. "Ela foi atendida já no dia 9. Não teve hemorragia, icterícia e nem houve outros casos correlatos na família", complementou o especialista. A amostra coletada da paciente foi encaminhada para o Instituto Evandro Chagas e ainda não há previsão de quando o exame ficará pronto. 

O Ministério da Saúde atualizou, nesta terça-feira, as informações repassadas pelas secretarias estaduais de saúde sobre a situação da febre amarela no país. Desde o ano passado, os informes seguem a sazonalidade da doença, que acontece, em sua maioria, no verão. Portanto, o período analisado desde então é de 1º de julho a 30 de junho de cada ano. No período de monitoramento (que começa em julho/2017 e vai até junho/2018), foram confirmados 35 casos de febre amarela no país sendo que 20 vieram a óbito (até 14 de janeiro deste ano). Ao todo, foram notificados 470 casos suspeitos, 145 permanecem em investigação e 290 foram descartados. 

O ministro da Saúde substituto, Antônio Nardi, reforçou a importância da vacinação da população que mora nas áreas com recomendação de vacina e explicou que, como medida adicional de segurança, o Ministério da Saúde solicitou mais 20 milhões de seringas específicas para fracionamento. A ação faz parte da estratégia de medidas de prevenção da febre amarela do Governo Federal. 

VACINAÇÃO - Por não haver risco de transmissão da doença no estado, o Ministério da Saúde considera Pernambuco como Área Sem Recomendação de Vacina (ASRV). Sendo assim, não há a necessidade de vacinação para seus residentes. A vacina só é indicada para aqueles que viajarão, por motivo de férias ou trabalho, para as Áreas Com Recomendação de Vacina (ACRV) devido ao risco de transmissão. A Secretaria de Saúde de Pernambuco ressalta que está abastecida do imunizante para o público que tem indicativo para o uso. Fonte: Diário de Pernambuco