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Estudo mostra que exposição ao sol não é suficiente para garantir quantidade necessária de vitamina D

As vítimas são substâncias que ajudam o corpo a realizar algumas atividades importantes. A D, por exemplo, contribui para o desenvolvimento saudável dos ossos e dos dentes. Ao contrário do que se pensava, um estudo da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) descobriu que a exposição ao sol não é suficiente para garantir a quantidade de vitamina D que o organismo precisa.     

Até pouco tempo, médicos e especialistas recomendavam a exposição ao sol como forma natural de garantir a reposição da vitamina D que o corpo precisa. A pesquisa apontou que a exposição ao sol, durante uma hora e meia por dia, não tem sido suficiente. O estudo foi feito nos meses de dezembro e janeiro, que tem os maiores índices de incidência solar.     

Dos 284 idosos que participaram da pesquisa, 66,5% continuavam com deficiência da vitamina. Um segundo estudo, feito com 900 jovens com mais de 18 anos e adultos, revelou que 45% deles apresentavam a mesma carência apesar da exposição diária ao sol, também por cerca de uma hora e meia.     

“Existem algumas justificativas para isso. A melanina é um pigmento natural, seria uma proteção natural impedindo a penetração dos raios ultravioleta tipo B. Estudos posteriores mostraram que indivíduos de peles mais escuras apresentaram alteração genética que diminuíram a formação da proteína que levaria essa vitamina D da pele para o fígado, diminuindo assim a biodisponibilidade da vitamina D nestes indivíduos”, explicou o geriatra e pesquisador, Marcelo Cabral.     

Para ele a descoberta foi uma surpresa até para os profissionais de saúde. “Os dados foram extremamente alarmantes e prevalentes a deficiência da vitamina em nosso meio. De jeito nenhum isso era esperado. Nós temos dois modos de adquirir a vitamina D. O primeiro é pelos alimentos e segundo pela a formação através da pele pela exposição solar”, comentou.     

Segundo o médico, a alimentação pode ajudar nessa reposição. Há a opção de peixes com alto teor de gordura como salmão, sardinha e cavala, além do óleo de peixe. Porém, o indico é a suplementação vitamínica, que deve ser orientada por um profissional. “Existem indicações científicas desde lactentes, adultos, até aos idosos, mas para cada faixa existe uma recomendação da quantidade de unidades de vitamina D que deve repor”, finalizou. Fonte: G1 Caruaru