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Ação policial em PE desarticula grupo envolvido em homicídios, tráfico de drogas e venda de armas

Operação Miritiba, deflagrada na manhã desta sexta-feira (5), cumpriu seis mandados de prisão e sete de busca e apreensão. Segundo a polícia, organização atuava no Recife e no interior.


A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta sexta-feira (5), uma ação para desarticular uma organização criminosa e capturar suspeitos de vários crimes praticados no Recife e em Gravatá, no Agreste. Segundo a corporação, o grupo tem envolvimento em homicídios, tráfico de drogas, associação para o tráfico, comércio ilegal de armas de fogo e furto qualificado.

A Operação Miritiba cumpriu seis mandados de prisão e sete de busca e apreensão. Todos foram expedidos pelo Juiz da 1ª Vara Criminal da Comarca de Paudalho, na Zona da Mata Norte.

Segundo a polícia, durante as investigações, iniciadas há quatro meses, foi possível comprovar a ligação do grupo com um duplo homicídio. O crime ocorreu em outubro de 2017, no bairro do Jordão, na Zona Sul da capital pernambucana.

De acordo com o chefe da Polícia Civil, delegado Joselito do Amaral, uma das vítimas desse duplo homicídio era integrante da organização. Durante as investigações, foi possível relacionar o grupo a outro assassinato. "As mortes têm relação com a partilha de bens levados de lojas de grandes magazines. Eles fizeram pelo menos três ações no Recife, em Gravatá e em Paudalho", comentou.

A Operação Miritiba é a segunda ação de repressão qualificada deste ano. O nome é uma referência ao município de Paudalho, onde foram iniciadas as investigações.

Para Joselito do Amaral, o objetivo, agora, é reunir mais informações sobre os crimes. "Vamos oferecer o instituto da delação premiada a todos os integrantes da organização que foram presos hoje. Também acredito que mais pessoas farão denúncias, após essas capturas", acrescentou.

Participaram da ação 50 policiais civis, entre delegados, agentes e escrivães. Os presos e o material foram levados para a sede do Departamento de Repressão aos Crimes Patrimoniais (Depatri), na Zona Oeste da capital pernambucana. Fonte: G1