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Secretário de Fazenda do RS diz que estado está 'próximo' de sair da crise


Em crise financeira, governo do RS negocia socorro financeiro da União e quer dar estatais como garantia para conseguir empréstimos.

O secretário de Fazenda do Rio Grande do Sul, Giovani Feltes, afirmou nesta quarta-feira (11), após reunião com a secretária do Tesouro Nacional, Ana Paula Vescovi, em Brasília, que o estado está "próximo" de sair da crise financeira. O Rio Grande do Sul tem atrasado o salário de algumas categorias de servidores.

"Para sair da crise, vai depender da Assembleia Legislativa. Precisa ter o crescimento da economia, que está acontecendo, precisa fazer as ações, que envolve as ações do Banrisul, mantendo o controle acionário, e precisa assinar o acordo do regime de recuperação fiscal com o Tesouro Nacional", declarou ele.

Questionado se o acordo com a União pode ser assinado até o Natal, ele afirmou que é "possível que isso aconteça".

"As necessidades impõem que fosse amanhã [a assinatura do acordo], melhor hoje de tardezinha. Não é possível fazer. A expectativa é que em um curto espaço de tempo nós possamos superar", disse.

"Uma coisa é verdade: está próximo de o Rio Grande do Sul sair da situação que aí está", completou Feltes.

De acordo com ele, o estado buscará, com base no regime de recuperação fiscal a ser assinado com o Tesouro Nacional, privatizar ou federalizar empresas, como a Companhias Estadual de Energia Elétrica, a Companhia Riograndense de Mineração e a Companhia de Gás.

Antes dessa privatização, porém, ele explicou que o governo do RS pretende dar essas empresas como garantias para conseguir empréstimos junto a instituições financeiras e, com isso, quitar os salários devidos aos servidores públicos.

"Já mandamos para a assembleia os projetos de empresas que o governo do estado entende que poderia ser objeto de privatização ou federalização", disse.

Sobre o Banrisul, o secretário de Fazenda do estado afirmou que o governo do estado pretende vender uma parte das ações da instituição financeira, mas mantendo o controle acionário.


"Nunca tivemos uma exigência do Tesouro Nacional que envolvesse a privatização do Banrisul. Esse assunto não foi objeto de conversa em nenhum momento", declarou. Fonte: G1