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Número de assassinatos cometidos em Belo Jardim até julho deste ano, já bate 87% do total de 2016


Segundo dados oficiais da Secretaria de Defesa Social de Pernambuco (SDS), 34 assassinatos já foram cometidos em Belo Jardim até o mês passado. Em 2016, durante todo o ano, foram 39 crimes letais.   

Isso significa que em apenas seis meses de 2017, a violência no município está a ponto de superar o número de homicídios que ocorreu durante o ano inteiro de 2016. Faltando apenas 14% para ultrapassar o ano anterior.   

Em relação aos crimes contra patrimônio, a estatística também não é boa. Até julho, foram 507 registros em Belo Jardim. Nos doze meses de 2016, foram 685. Ou seja, nos seis primeiros meses de 2017, já estamos com 74% do índice de roubos e assaltos de um ano inteiro.    

Para você ter uma ideia, em 2011, somente 185 casos de crimes contra o patrimônio foram registrados. E, no ano de 2004, 15 pessoas foram assassinadas em Belo Jardim    

O resultado de aumento considerável da violência é uma população extremamente retraída. As calçadas estão cada dia mais vazias, as portas trancadas e as pessoas com medo de sair às ruas de Belo Jardim, em qualquer horário.    

No ranking de violência do Agreste Central, Belo Jardim só fica atrás de outras três cidades: Caruaru, Bezerros e Gravatá. Esse amargo 4º lugar, tem reflexos diretos nos hábitos dos moradores e comerciantes.   

Esta semana, o BJ1 recebeu um relato exclusivo de um assalto que ocorreu no centro da cidade. “Dois homens entraram na loja e uma mulher ficou dando cobertura do lado de fora. Eles queriam celulares e dinheiro”, conta a funcionária, que prefere não se identificar.   

Outro episódio que ganhou repercussão há poucos dias, foi o assalto a Lojas Americanas. Comandado por uma quadrilha fortemente armada, os colaboradores foram mantidos trancados no depósito e ameaçados.   

As histórias são inúmeras e muito parecidas. Em comum, uma população inteira, tanto da zona urbana ou como da rural, segue refém do medo. Enquanto isso, a cidade caminha para bater o novo recorde nos números da violência.Fonte: BJ1