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Nota do vereador Nilton Senhorinho


"A gratidão tem memória curta."
- Benjamin Constant -
Amigos e amigas!
Como a grande maioria ficou sabendo, um ex-integrante do PSB local, o ‘professor’ Antunes, divulgou uma nota nas redes sociais atacando a minha pessoa e me associando, em suas palavras, a um acontecimento envolvendo populares na noite de deste domingo (27/08).

Inicialmente, quero lamentar que terceiros sejam atingidos pelo ‘professor’, de forma irresponsável, em seus ataques contra mim. Só tenho a lamentar a tamanha falta de caráter demonstrada de público por este cidadão.

Em ataque anterior dirigido a mim, optei por relevar, entendendo que não valia a pena alimentar essa querela com um ex militante. Entretanto, ao envolver terceiros para me atingir, não posso abrir mão de sair em defesa de AMIGOS por quem tenho consideração. Não me acovardo.

Respondo por meus atos e cada um responde pelos seus. Todos os citados são maiores de idade e sabem o que fazem e, independente do que venham a gostar ou desgostar, desde que não atinjam direitos de ninguém, não teço juízo de valor sobre o que fazem em sua vida privada.

Para que todos possam compreender o que vem acontecendo e que levou ao presente cenário, farei um breve relato de alguns fatos:

1- O Sr. Antunes é servidor público dos municípios de Belo Jardim e Paudalho, tendo se equilibrado, nos últimos 15 anos, entre dar expediente em um município, e receber sem trabalhar no outro.

2- Desde 2013 que o professor Antunes, como integrante da gestão municipal, recebia polpudos vencimentos em Belo Jardim e, sendo apadrinhado do prefeito de Paudalho, também o fazia lá, sem que lá desse expediente;

3- Em Belo Jardim, o Professor Antunes, após 3 anos sem bater um prego numa barra de sabão, assumiu a gestão de uma escola e, por não se dar muito bem com TRABALHO, entregou a gestão para continuar sem fazer NADA.

4- Candidato a vereador nas eleições passadas recebi o apoio do eleitor Professor Antunes, que aderiu à minha campanha detonando o seu candidato anterior, ex-vereador Valdemir Cintra, de modo que eu mesmo compreendi se tratar de alguém que, para se dar bem, desconsidera qualquer tipo de relação, inclusive aqueles que lhe fizeram o bem ou interferiram em seu favor. Para ele, vale apenas o ‘daqui pra frente’.

5- Passadas as eleições e vindo a composição do novo secretariado, surgiu a possibilidade do professor Antunes assumir a Secretaria de Obras e eu fui um dos defensores de seu nome, que foi confirmado.

6- Já nos primeiros dias de 2017, surge a nova necessidade de nomear um vereador para uma pasta, abrindo uma vaga na câmara à primeira suplente, tendo o vereador assumido a secretaria de obras, de modo que o ‘soldado do partido’ compreenderia as necessidades. Mas, não! O professor Antunes queria, de toda forma, se agarrar ao cargo de secretário. Não logrando êxito, guardou seu rancor entre falsos sorrisos, vindo a assumir, com total apoio do partido, a Diretoria de Transportes da Educação (cargo que exerceu até maio, quando o governo interino assumiu).

7- Vale lembrar, aqui, que nesses anos o professor Antunes só voltou às salas de aula quando recebeu em seu contracheque a adição das famosas ‘horas-aulas’, e apenas para este montante de aulas. Pelas demais, continuou apenas recebendo.

8- Estando o partido fora do poder municipal, tratou o professor Antunes de alegar “falta de espaço no grupo”. Depois de tantos anos sendo bem alimentado? Só agora, quando o partido não tem cargos para lhe dar, garantindo um bom salário, surge essa alegação? (Duvido que estivesse alegando isso se nosso partido tivesse vencido as eleições suplementares).

9- Infelizmente, o professor Antunes assumiu compromissos financeiros que superam em muito seus vencimentos (consórcio de automóvel de luxo, apartamento em área nobilíssima de Caruaru, terrenos, etc.) e precisa pagar (ou desfazer-se dos mesmos). Para tanto, creio, que sem os acréscimos salariais que tinha quando o nosso partido estava no poder, e tendo perdido as benesses no Município de Paudalho (já que o seu padrinho, de cuja campanha o professor Antunes foi coordenador em 2016 perdeu com 9 mil votos de diferença) ele precisa arrumar um penduricalho no governo Hélio e encontrou nos ataques à minha pessoa o mote necessário para cair nas graças do novo governo.

10- Infelizmente, o professor Antunes, acostumado a fazer intrigas, queimar os colegas de trabalho e se dar bem a todo custo, não mede esforços para chamar atenção da administração municipal em seu favor. E envolve até terceiros que desconhecem seu padrão de vida e seus malabarismos para manter uma vida nababesca que poucos professores têm direito. Para isso, vem se apegando à administrações desde o governo Cecílio Galvão, pulando para os de João, ficando no de Marcos Coca-Cola, permanecendo com João em seu terceiro governo e, agora, tentando desesperadamente se apaniguar com Hélio.

A decência de um homem é fundamental para espelhar os seus. Seria muito mais honroso que o professor Antunes aderisse logo ao governo Hélio, que é seu grande desejo, e não ficasse fazendo média nas redes sociais.

Peço ao Grupo Galvão, hoje no poder, que abra um espaçozinho no governo para dar uma gratificação ao professor Antunes, assim ganham um soldado que gosta de detonar a tudo e a todos nas redes sociais (inclusive usando fakes e produzindo textos para blogs de terceiros). Só mantenham o cuidado no que falam em sua presença, bem como mantendo o sigilo sobre as benesses, já que existem muitos cintristas já chateados em ver tantos ex adversários beneficiados, enquanto os eleitores do grupo ficam ao ‘Deus dará’.

No mais, em relação aos aspectos jurídicos das postagens do professor Antunes, as medidas cabíveis já estão em andamento. Entendo que, para quem já é conhecedor dos processos de crimes contra a honra e já fez até retratação pública de ofensas feitas a cidadãos que recorreram à justiça, isso pouco importa (já que parece desdenhar das possíveis implicações legais).

Por fim, renovo ao professor Antunes minhas palavras de que não assumi com o mesmo (enquanto candidato e eleitor) nenhum compromisso financeiro. Eu trabalho desde os 16 anos para pagar minhas contas, nunca fui sustentado por ninguém, só assumo as dívidas que posso honrar e pago eu mesmo o que compro, não espero que outros o façam. Para isso, existe um substantivo que, para mim, é muito concreto: TRABALHO. Vá trabalhar.
Texto: Assessoria do vereador Nilton Senhorinho