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Saia João, é a ordem: Dr. Evandro Mauro


SAIA, JOÃO, É A ORDEM.

         O que a “justiça” dá a JUSTIÇA tira. Não há mal que dure eternamente e os desmandos do ex-prefeito João Mendonça durou o tempo que deveria durar. O aprendizado é maior pelo sofrimento, e muitos aqui sofrem pelos erros de poucos. Vai-se da vida política de nossa cidade um homem que sonhou ser o maior líder político da história dessa terra, sai expulso pela justiça, se vai pelas portas dos fundos. Saia, João, é a ordem da justiça e o desejo de muitos.

O prefeito João Mendonça perdeu a batalha mais importante de sua vida. Mesmo tendo em seu nome dezenas de processos, nos mais diferentes ramos dos delitos, o que mais causa repúdio ao povo para com ele é o desserviço prestado à cidade. Não tem mais, em seu íntimo, esperanças de sobreviver, politicamente, a uma doença para a qual não existe cura conhecida: a destruição de sua força moral política. Trata-se do conjunto de atributos que realmente separa os homens, em matéria de fracasso e sucesso, e, ao qual costuma dar-se o nome genérico de MORAL.

Sabe-se, desde sempre, o que entra nesse conjunto: entram aí o valor da palavra dada, mesmo que em campanha, a reputação, o respeito aos outros e a si próprio, a capacidade de transmitir confiança. É a força que faz uma pessoa falar e ser naturalmente acreditada. É a coragem para assumir responsabilidades, enfrentar momentos adversos, não abandonar, nem trair seus amigos. É o exercício da honestidade e da integridade.

Em resumo, é o que na linguagem do dia a dia se diz “vergonha na cara”, ou honra pessoal. Muito mais que fama ou riqueza, é o que realmente faz a diferença. Isso fará toda a diferença para João Mendonça de agora em diante.
Hoje, sua batalha está perdida porque ele perdeu o bem mais precioso que poderia ter – a força moral decisiva para se tornar, ou continuar sendo, alguém que valha a pena como pessoa política.

É de longe aquele homem da “lapadinha” com os amigos, do “xerém com galinha”. O mesmo homem que desdenhava/desdenha de seus adversários vê-se recolhido, pensativo. Viveu de recurso em recurso, como se isso lhe devolvesse a moral política perdida por ele próprio, pior que sabe que não devolve nem restaura.


Saia, João, é uma ordem. O “dá-lhe, João”, foi trocado por: saia, João, saia de novo João.       

Dr. Evandro Mauro